Conseguimos! Em 10 dias de campanha intensa, com muitas mulheres mobilizadas ensinando e aprendendo, a Polícia Civil declarou: a partir de 1° de janeiro de 2018, o subtítulo "feminicídio" constará nos boletins de ocorrência do Rio Grande do Sul inteiro! Esse é só o começo da criação de uma política pública que poderá salvar milhares de vidas.

Vem pro time de multiplicadoras da campanha!

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MULHER, PRECISAMOS DE TI
PARA AGIR CONTRA O FEMINICÍDIO!
Desde a Lei 13.104/2015, apenas 89 crimes contra a vida da mulher foram registrados como feminicídio no Rio Grande do Sul. Mas nós sabemos que esse número não é real. Os crimes só não estão sendo registrados da forma correta. De janeiro a junho desse ano, 11061 casos de violência física contra a mulher foram registrados no Estado. Quantos dessas histórias são possíveis feminicídios no futuro?
A gente não quer mais chorar por Janaínas, Daianas, Gabrielas. Chega dessa história de “crime passional”. É crime hediondo. E para combater isso, as mulheres gaúchas precisam conhecer seus direitos! Por isso, queremos levar a campanha para lugares que não conseguimos sozinhas. Mulher que queira levar o conteúdo da campanha Isso é Feminicídio para escolas, universidades e até outros bairros, cidades e regiões do Rio Grande do Sul: é contigo! Te inscreve ao lado para te tornar uma multiplicadora! Contamos contigo no time!




NÚMERO DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHER NO RS
11.061 ocorrências de violência física contra a mulher foram registradas só esse ano (PC-RS)*




*até o mês de junho de 2017 | ** desde 2016
JULIANAS E ROSÁLIAS




QUANTAS HISTÓRIAS A MAIS TEREMOS QUE CONTAR?
POR QUE A MINHA PORTO ALEGRE ENTROU NESSA?

A gente já não aguenta tantas vidas virando números e esses números não serem contabilizados da forma correta. É preciso saber quando foi Feminicídio para que isso se transforme em estatísticas úteis , que nos permitam compreender e enfrentar essa violência que vitimiza as mulheres gaúchas todos os dias. Agora que conseguimos o subtítulo nos boletins de ocorrência, vamos lutar por uma investigação justa de feminicídio e disseminar informações em diferentes círculos, porque conhecimento transforma vidas. A Minha Porto Alegre é formada por uma equipe feminista que toca projetos como o Mapa do Acolhimento e o Circuito Mulheres Mobilizadas, e não poderia ficar de fora dessa batalha.