A força da ação coletiva deu resultados! Juntas e juntos conseguimos que a Polícia Civil inserisse o subtítulo Feminicídio em boletins de ocorrência de todo o Rio Grande do Sul; que a Secretaria de Segurança Pública aderisse ao Protocolo Latino-Americano de Mortes Violentas em Razão de Gênero e que um grupo de trabalho intersetorial fosse criado para reduzir as mortes. Além disso, conseguimos levar treinamento para os aparelhos do Estado que lidam com essa questão e para muitas mulheres… mas não vamos parar por aí!



NÚMERO DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHER NO RS
11.061 ocorrências de violência física contra a mulher foram registradas só esse ano (PC-RS)*







*até o mês de junho de 2017 | ** desde 2016
JULIANAS E ROSÁLIAS








QUANTAS HISTÓRIAS A MAIS TEREMOS QUE CONTAR?














NA




MÍDIA















Vem pro time de multiplicadoras da campanha!

MULHER, PRECISAMOS DE TI
PARA AGIR CONTRA O FEMINICÍDIO!
A gente não quer mais chorar por Janaínas, Daianas, Gabrielas. Chega dessa história de “crime passional”. É crime hediondo. E para combater isso, as mulheres gaúchas precisam conhecer seus direitos! Por isso, queremos levar a campanha para lugares que não conseguimos sozinhas. Mulher que queira levar o conteúdo da campanha Isso é Feminicídio para escolas, universidades e até outros bairros, cidades e regiões do Rio Grande do Sul: é contigo! Te inscreve ao lado para te tornar uma multiplicadora! Contamos contigo no time!



PRÓXIMOS PASSOS













Para nos manter atuando, faz uma doação! :)


POR QUE A MINHA PORTO ALEGRE ENTROU NESSA?

Somos uma equipe feminista que toca projetos como o Mapa do Acolhimento e o Circuito Mulheres Mobilizada, então nada mais natural do que nos engajarmos nessa campanha. A gente já não aguentava mais ver tantas vidas virando números que não eram contabilizados da forma correta. Para cobrar políticas públicas em prol da segurança das
mulheres no Estado, era preciso saber quando foi Feminicídio. Agora que finalmente temos os números, precisamos garantir que todos os aparelhos responsáveis estejam trabalhando em sintonia com o que é o ideal para parar com esse tipo de violência.